História das Ideias Linguísticas no/do Brasil
Participantes
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Claudia Pfeiffer

Claudia Pfeiffer
Claudia Pfeiffer é pesquisadora no Laboratório de Estudos Urbanos (Labeurb/Nudecri//Unicamp) e professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGL) no IEL/Unicamp. Sua formação foi realizada no IEL/Unicamp: graduação em Linguística (1991), mestrado (1995) e doutorado (2000) no PPGL com estágio sanduíche na École Normale (ENS) e na Univ. Paris VII. Analista de discurso, atua em pesquisas nas áreas do Saber Urbano e Linguagem, História das ideias Linguísticas e Divulgação Científica, sobretudo, em temáticas relativas a políticas públicas de ensino (políticas linguísticas e de educação) e mudanças climáticas. Co-coordena o Programa de Pesquisa Produção e Circulação na História das Ideias Linguísticas.
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José Edicarlos de Aquino

José Edicarlos de Aquino
José Edicarlos de Aquino é graduado em Letras (Licenciatura plena – português) pela Universidade de Brasília (UnB). Tem mestrado e doutorado em Linguística, na área de História das Ideias Linguísticas, pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). É também portador de diploma de doutorado em Sciences du Langage pela Université Sorbonne Nouvelle – Paris 3. Professor Adjunto no curso de Letras da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Criador e coordenador do Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL) no campus da UFT em Porto Nacional, membro do Grupo Arquivos de Língua (GAL/UFF) e da Société d’Histoire et d’Épistémologie des Sciences du Langage (SHESL). Pesquisa e orienta trabalhos nos seguintes temas: História das Ideias Linguísticas, reflexão sobre a linguagem e as línguas no século XIX, história da língua portuguesa e das teorias linguísticas no Brasil, gramatização brasileira, obra de Júlio Ribeiro, conceito de língua materna.
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Rogério Modesto

Rogério Modesto
Professor Adjunto B de Língua Portuguesa e Linguística do Departamento de Letras e Artes da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, onde atua na graduação e no Programa de Pós-graduação em Letras: Linguagens e Representações. Possui Licenciatura e Bacharelado em Letras Vernáculas pela Universidade Federal da Bahia – UFBA (2010), Mestrado (2014) e Doutorado (2018) em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. Durante o doutorado, realizou estágio de pesquisa (Doutorado Sanduíche) no Laboratoire Triangle, da École Normale Supérieure de Lyon. É líder do DTeR – Discurso e Tensões Raciais (DLA/UESC) e Pesquisador FAPESB – Primeiros Projetos (n. 4090/2023). É membro fundador da REPENSE – Rede de Pesquisadores Negres dos Estudos da Linguagem. Interessa-se por Análise de Discurso, História das Ideias Linguísticas, Língua e Racialidade.
Moderador(a)
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Thaís de Araujo da Costa

Thaís de Araujo da Costa
Procientista e Professora Adjunta de Língua Portuguesa do Instituto de Letras da UERJ. É professora credenciada do Programa de Pós-Graduação em Linguística e Língua Portuguesa (PPGLILP) e do Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística (PPLIN), ambos da UERJ. É professora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da UFF (PosLing-UFF). Fundadora e coordenadora do Arquivos de Saberes Linguísticos (SaberLing-UERJ) – Saber Linguístico – SaberLing (uerj.br). É ainda, uma das coordenadoras do Laboratório de estudos em Discurso & Gramática (LabGraDis-UERJ); Coordenadora Geral da Coleção Letras UERJ da EDUERJ e do selo do ILE; vice-coordenadora da Comissão de História das Ideias Linguísticas (HIL) da Abralin (2026-2028); e co-coordenadora da linha HIL no GT de AD da ANPOLL.
Resumo →
História das Ideias Linguísticas no/do Brasil
O propósito desta mesa é apresentar reflexões acerca dos desdobramentos do processo de historicização e institucionalização no Brasil do programa de pesquisas em História das Ideias Linguísticas a partir do acordo de colaboração científica estabelecido nos anos 1990, sob a coordenação de Eni Orlandi (Unicamp) e Sylvain Auroux (Paris VII). Seu objetivo é, pois, noutras palavras, lançar luz sobre a contribuição brasileira para o desenvolvimento das pesquisas nesse campo, tendo em vista, em especial, mas não exclusivamente, o profícuo diálogo estabelecido com a Análise de Discurso materialista, no que concerne à consideração dos efeitos da (des)colonização na endogramatização brasileira iniciada no século XIX e das relações entre língua, sujeito e espaço, bem como entre discursos (meta)linguísticos e discursos racializados, no processo de (re)produção do conhecimento linguístico-gramatical.