Metodologias ativas para aprendizagem de línguas na Educação Básica: Gramaticoteca, Oficina de Línguas Inventadas, Olimpíadas de Linguística e Feiras de Ciências
Participantes
-
Eloísa Pilati
-
Dirceu Cleber Conde

Dirceu Cleber Conde
Possui graduação em Letras – Habilitação em Português pela Universidade Estadual de Maringá (1998), mestrado em Linguística pela Universidade Federal de Santa Catarina (2000) e doutorado em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de Londrina (2008), com estágio doutoral na Université Paris III – La Sorbonne Nouvelle, Pós-Doutorado na Michigan State University (2015-2016). Atualmente é professor Titular com Dedicação Exclusiva na Universidade Federal de São Carlos – SP e credenciado ao Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFSCar – onde é Coordenador desde novembro de 2021. Coordena o GeSER – Grupo de Pesquisa em Semântica, Sintaxe e Pragmática Formais. Coordena o projeto Conlang na escola: língua inventada como método pedagógico para o conhecimento da linguística. Tem experiência na área de Linguística, atuando principalmente nos seguintes temas: semântica, pragmática e ensino-aprendizagem de linguística e linguagens formais.
-
Eduardo Cardoso Martins

Eduardo Cardoso Martins
Eduardo Cardoso Martins é licenciado em Letras – Português, e especialista em Linguística pela Universidade Federal do Amazonas – UFAM; possui mestrado e doutorado em Linguística, na área de Linguagem e Sociedade, pela Universidade de Brasília – UnB. Atua na Graduação e na Pós-Graduação acadêmica e profissional da Faculdade de Letras – FLET / UFAM; É membro do Grupo de Pesquisa em Semântica, Sintaxe e Pragmática Formais – GeSER – USFCar, e líder do Grupo de Pesquisa Olimpíadas de Linguística, Educação e Discurso – OLED – UFAM, vinculados ao CNPq. Atualmente, está Coordenador do Laboratório de Pesquisa N-Linguagens, vinculado à FLET; Coordenador do Núcleo Língua Portuguesa Manaus do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID / CAPES / UFAM; Preside o Fórum de Licenciaturas da UFAM e o Fórum Norte de Popularização da Ciência. Integra o corpo pedagógico da Olimpíada Brasileira de Linguística – OBL e da Olimpíada de Português – OP. Participa da Comissão de Linguística na Educação Básica – CLEB – e coordena a Comissão de Linguística e Olimpíadas – CLO – ambas da ABRALIN. É membro titular do Fórum Nacional de Olimpíadas Científicas – FNOC, vinculado ao Comitê POP Ciência – MCTI. Tem interesse na área de Estudos da Linguagem, com ênfase em Língua Portuguesa, atuando principalmente nos seguintes temas: Introdução aos Estudos Linguísticos, Olimpíadas de Linguística, Análise de Discurso Crítica, Historiografia Linguística, Linguística Popular; Políticas Linguísticas, e Metodologias Ativas de Ensino e Aprendizagem.
-
Raquel Freitag

Raquel Freitag
Professora Titular do Departamento de Letras Vernáculas, com atuação no Programa de Pós-Graduação em Letras e no Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Sergipe. Graduada em Letras, mestre e doutora em Linguística pela Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente, estudo o processamento da variação linguística, observando pistas corporificadas de esforço, atenção e emoções. Atuo em estudos de reprodutibilidade em linguística e em psicologia experimental, em iniciativas de grandes grupos, e estou participando da constituição da Rede Brasileira de Reprodutibilidade na Ciência. Sou Pesquisadora Associada da Rede Nacional de Ciência para Educação (CpE) e editora-chefe da Revista da ABRALIN. Também desenvolvo atividades de popularização da ciência e estímulo à pesquisa na educação básica, com o projeto Cienart e com a organização da Feira Científica de Sergipe durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e a publicação da revista Feira de Ciência Cultura, específica para a publicação de relatos de pesquisa desenvolvida pela educação básica. Coordeno o Laboratório Multiusuário de Informática e Documentação Linguística (LAMID) da Universidade Federal de Sergipe. Minha atuação político-administrativa envolve gestão de entidades de classe e de instâncias governamentais. Fui vice-presidente da Associação Brasileira de Linguística ABRALIN (2019-2021), gestão que implantou a série Abralin ao Vivo e o evento online Linguistweets. Fui vice-presidente da associação do Grupo de Estudos Linguísticos e Literários do Nordeste, por duas gestões, (2019-2020 e 2021-2022). Fui secretária da Associação Sergipana de Ciência ASCi (2016-2018). Atualmente, sou coordenadora da área de Letras/Linguística do Comitê de Assessoramento do CNPq (2021-2024) e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal de Sergipe.
Moderador(a)
-
Márcio Martins Leitão

Márcio Martins Leitão
Márcio Martins Leitão é professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFPB. Graduou-se em Português-Literaturas pela UFRJ em 1997 e tem mestrado e doutorado em Linguística pela mesma instituição, em 2001 e 2005, respectivamente. Realizou pós-doutorado em Psicolinguística pela Universidade de Lisboa. Atualmente é professor titular da UFPB e coordenador do LAPROL. Foi coordenador do GT de Psicolinguística da ANPOLL entre 2013-2014. É membro da Rede Nacional de Ciência para Educação – REDE CpE, e é editor do site de divulgação científica https://www.linguisticamentefalando.com. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Psicolingüística Experimental. Seus interesses incluem Processamento Linguístico, Educação e divulgação científica. Atua principalmente nos temas de processamento anafórico, acesso lexical e processamento sintático.
Resumo →
Metodologias ativas para aprendizagem de línguas na Educação Básica: Gramaticoteca, Oficina de Línguas Inventadas, Olimpíadas de Linguística e Feiras de Ciências
As metodologias ativas são abordagens educacionais que colocam os estudantes no centro do processo de aprendizagem, transformando-os em protagonistas. Na área da Educação Linguística, em vez de apenas ouvir explicações gramaticais e lexicais, os discentes adquirem interesse pelos idiomas de forma autônoma e colaborativa, desenvolvendo habilidades por meio de investigação científica, de resolução de problemas e de vivência prática da língua e da cultura em determinado percurso. Nessa perspectiva, o professor atua como mediador e facilitador, pois essas abordagens abandonam a memorização mecânica de regras gramaticais em prol do uso comunicativo, reflexivo e contextualizado da linguagem. Diferente das metodologias ativas mais conhecidas, esta mesa redonda reúne quatro programas de aprendizagem voltados para a Educação Básica, que tem gerado pesquisas acadêmicas sobre seus impactos em sala de aula. Duas consistem em gamificação que despertam a percepção da gramática internalizada e da intuição linguística dos falantes. Duas consistem em eventos seriados amplos, com várias etapas e atividades interconectadas, focalizadas na pesquisa acadêmica de fenômenos linguageiros e na divulgação de conhecimentos da área da linguagem. De forma transversal, todas acarretam o aumento do engajamento na aquisição de habilidades de análises, contribuindo na construção de uma Educação Linguística baseada no método científico, na descoberta sistemática e na aprendizagem lúdica, evitando qualquer forma de memorização que não seja significativa para os participantes.
