A questão do arquivo na História das Ideias Linguísticas: formas de disposição e modalidades de montagem
Conferencista
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Mara Glozman
Mara Glozman é professora da Universidad Nacional de Hurlingham (UNAHUR, Argentina), onde dirige o Laboratorio de Investigación y Desarrollo en Lingüística (LIDEL). Mestre em Análise do Discurso e Doutora em Linguística pela Universidad de Buenos Aires (UBA), é pesquisadora do Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), com experticia nas linhas de teoría discursiva, metodologias de arquivo e história das políticas e ideas lingüísticas.

Mara Glozman
Mara Glozman é professora da Universidad Nacional de Hurlingham (UNAHUR, Argentina), onde dirige o Laboratorio de Investigación y Desarrollo en Lingüística (LIDEL). Mestre em Análise do Discurso e Doutora em Linguística pela Universidad de Buenos Aires (UBA), é pesquisadora do Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), com experticia nas linhas de teoría discursiva, metodologias de arquivo e história das políticas e ideas lingüísticas.
Moderadores
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Claudia Pfeiffer
Claudia Castellanos Pfeiffer é pesquisadora Pq A no Laboratório de Estudos Urbanos do Nudecri da Unicamp e docente como Professor Pleno do Programa de Pós-Graduação em Linguística do IEL/Unicamp. Co-coordena o Programa Coletivo Interistitucional sobre a Institucionalização da HIL no/do Brasil e o projeto Universal CNPq "Instrumentos linguísticos e políticas públicas na institucionalização da(s) língua(s) e das ideias linguísticas no/do Brasil". Foi coordenadora, desde sua criação, da linha HIL no GT de AD da Anpoll até março de 2026. É coordenadora da Comissão de História das Ideias Linguísticas (HIL) da Abralin (2026-2028).

Claudia Pfeiffer
Bacharel em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (1991), concluiu seu mestrado e doutorado em Linguística, junto ao IEL/UNICAMP, respectivamente, nos anos de 1995 e 2000. Desde 1996, exerce suas atividades científico-acadêmicas no Laboratório de Estudos Urbanos (LABEURB/NUDECRI/UNICAMP), na carreira de Pesquisador da Universidade Estadual de Campinas – Carreira Pq, antiga carreira TPCT. Em 2012, ascendeu ao nível Pq B da Carreira, por meio de Concurso Público de Progressão. Especializada em Análise de Discurso, atua, principalmente, nas seguintes linhas: saber urbano e linguagem, políticas públicas, história das ideias linguísticas, divulgação científica. É docente credenciada, como professor pleno na área da história das ideias linguísticas do programa de pós-graduação em Linguística no IEL/Unicamp. Coordena, desde 2004, junto com Carlos Corrêa da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, o Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Políticas em Saúde, credenciado no Diretório do CNPq. Foi coordenadora adjunta do Labeurb/Nudecri no período de 1999 a 2006; assessora acadêmica da Coordenadoria dos Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa da Unicamp (COCEN/REITORIA), no período de maio de 2005 a maio de 2009; coordenadora do NUDECRI, no período de junho de 2010 a junho de 2014; e coordenadora do GT de Análise de Discurso da Anpoll, no biênio 2012/2014.
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Thaís de Araujo da Costa
Thaís de Araujo da Costa é Procientista e Professora Adjunta de Língua Portuguesa do Instituto de Letras da UERJ. É professora credenciada do Programa de Pós-Graduação em Linguística e Língua Portuguesa (PPGLILP) e do Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística (PPLIN), ambos da UERJ. É professora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da UFF (PosLing-UFF). Fundadora e coordenadora do Arquivos de Saberes Linguísticos (SaberLing-UERJ) - Saber Linguístico – SaberLing (uerj.br). É ainda, uma das coordenadoras do Laboratório de estudos em Discurso & Gramática (LabGraDis-UERJ); Coordenadora Geral da Coleção Letras UERJ da EDUERJ e do selo do ILE; vice-coordenadora da Comissão de História das Ideias Linguísticas (HIL) da Abralin (2026-2028); e co-coordenadora da linha HIL no GT de AD da ANPOLL.

Thaís de Araujo da Costa
Procientista e Professora Adjunta de Língua Portuguesa do Instituto de Letras da UERJ. É professora credenciada do Programa de Pós-Graduação em Linguística e Língua Portuguesa (PPGLILP) e do Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística (PPLIN), ambos da UERJ. É professora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da UFF (PosLing-UFF). Fundadora e coordenadora do Arquivos de Saberes Linguísticos (SaberLing-UERJ) – Saber Linguístico – SaberLing (uerj.br). É ainda, uma das coordenadoras do Laboratório de estudos em Discurso & Gramática (LabGraDis-UERJ); Coordenadora Geral da Coleção Letras UERJ da EDUERJ e do selo do ILE; vice-coordenadora da Comissão de História das Ideias Linguísticas (HIL) da Abralin (2026-2028); e co-coordenadora da linha HIL no GT de AD da ANPOLL.
Resumo →
A questão do arquivo na História das Ideias Linguísticas: formas de disposição e modalidades de montagem
A questão do arquivo constitui uma dimensão fundamental nos trabalhos e atividades de pesquisa desenvolvidos sob a perspectiva da História das Ideias Linguísticas (HIL). Longe de funcionar como evidência referencial ou no sentido puramente locativo (lugares de preservação documental), a categoria faz parte do feixe de decisões conceituais e metodológicas que operam nas pesquisas em HIL, orientadas a estudar instrumentos linguísticos de natureza variada e uma multiplicidade de documentos, publicações e materiais metalinguísticos social e historicamente significativos. A exposição procura retomar essa dimensão para refletir sobre três aspectos: (a) a seleção de material; (b) a disposição interna do arquivo, ou seja, as relações entre as partes e a totalidade, incluindo a forma que adquire a composição; (c) o processo de produção da disposição, considerando as modalidades que sustentam a conformação de séries e/ou de articulações. Sobre essa base, esta fala faz um percurso por diversas pesquisas e projetos de HIL, com o fim de caracterizar os critérios que sustentam a conformação de séries, fundos e coleções, as implicações epistêmicas das propostas metodológicas, e as relações entre tipo de prática (analítica, pedagógica, curatorial, de transferência ou extensão) e modalidades de montagem de arquivo. A proposta apresenta uma distinção entre duas tendências: uma tendência centrípeta, que organiza o material segundo os princípios de procedência, continuidade ou unidade, e uma tendência centrífuga, que produz montagens com elementos de procedências heterogêneas, articulando materiais dispersos sob um critério analítico e uma dinâmica processual.